segunda-feira, 27 de janeiro de 2014


É possível aliviar a tristeza?

(Artigo de L. Ron Hubbard, editado e adaptado por Lucia Winther)

Ao longo dos tempos, a tristeza tem sido um dos fardos mais pesados e mais dolorosos carregados pela Humanidade. É a estes sofredores incontáveis, presentes e futuros, que a Dianética traz a esperança. Porque a Dianética alivia a carga da tristeza, não através do fechamento ou esquecimento do passado doloroso, mas através da abertura deste passado à luz, descarregando os sentimentos reprimidos para que tudo volte a ser livre e saudável.
Um acidente ou doença grave, um fracasso nos negócios, a morte de um ente querido – são experiências reais, são perdas reais, e cada uma delas carrega consigo uma redução do potencial de sobrevivência, um pequeno pedaço de morte. É por isso que as pessoas ficam tão oprimidas pela tristeza e, como consequência, declinam e até morrem.
Mas como a vida tem de continuar apesar das perdas ou catástrofes, é muito melhor que continue de uma forma feliz. É bem melhor ser capaz de olhar para trás com prazer e poder dizer: “Realmente foi formidável enquanto durou!” O indivíduo faz mais por si mesmo e pelo seu ambiente quando obtém um olhar retrospectivo calmo, sem dor no coração ou olhos cheios de lágrimas.
Na Dianética, nós encontramos a chave para abrir e esvaziar os reservatórios de emoção destrutiva. E as técnicas de Dianética são simples – tão simples como retornar a seu jantar do dia de ontem e sentir o cheiro e o gosto da comida.
Dianética contém um método para drenar as lágrimas na sua fonte para que as memórias temidas deixem de ser dolorosas. É um método científico, limpo e simples, para alcançar um fim que tem sido as metas dos rituais de tristeza de muitas religiões e de muitos povos: alcançar a paz, a harmonia e uma reorientação em direção ao futuro sem negar ou rejeitar o passado.
É maravilhoso ver a influência que a descarga da tristeza reprimida tem em uma pessoa, e ver um indivíduo tornar-se vivo de uma forma radiante e brilhante, e vê-lo voltando à vida normal e às relações boas e saudáveis. É quase um milagre ver o seu tom físico aumentando à medida que os efeitos debilitantes da tristeza são reparados e seu tom emocional subindo à medida que ele encontra uma nova esperança na vida.
A base para o poder da tristeza sobre a mente e o corpo encontra-se na natureza da mente reativa. A mente reativa é uma parte da nossa função mental que foi descoberta recentemente. Não é uma mente que pensa. É uma mente que reage cega e irracionalmente.
A mente reativa é composta por registros de experiências de dor e inconsciência. E a função da mente reativa é energizar, no nosso comportamento, as dramatizações reais destas experiências (repetições do que aconteceu) durante situações de emergência futuras que sejam de uma natureza semelhante. É a estas memórias de momentos de dor física e inconsciência que as cargas de tristeza se prendem, intensificando sua dramatização.
(Quando dramatiza, o indivíduo age como um ator interpretando sua parte e realizando uma série de ações irracionais.)
As experiências de dor e inconsciência, de menor ou maior grau, encontram-se gravadas em toda a linha do tempo da vida de uma pessoa, até mesmo no período pré-natal (antes do nascimento).
Mais tarde na vida, sempre que o ambiente fizer o indivíduo se lembrar vigorosamente de uma destas gravações, a mente reativa entra em ação. A mente reproduz as gravações na forma de doenças corporais, processos mentais como a ansiedade e a preocupação, e no nosso comportamento físico.
E tal como a dramatização da preocupação é a preocupação, também a dramatização da dor é a dor, a dramatização de uma discussão é uma discussão e a dramatização de lágrimas é lágrimas.
O tipo de comportamento compulsivo no qual as pessoas se veem envolvidas quando dizem: ‘Eu não sei por que ajo desta forma’, é normalmente a dramatização do material gravado em um destes registros dolorosos do passado.
Estes impulsos súbitos de emoção dolorosa que apertam o coração em uma cena comovente de um filme são a tristeza antiga em restimulação. Estas ondas de lágrimas repentinas e tristezas que embaçam a mente quando cenas e frases familiares voltam a aparecer perante os olhos e ouvidos são a antiga tristeza em dramatização. As lágrimas de simpatia, as lágrimas de compaixão, são todas lágrimas de tristeza. Elas são os sinais externos de sentimentos aprisionados em experiências reais de tristeza do passado, sentimentos que apenas precisam ser libertados para que aja tranquilidade mental.
A boa notícia é que Dianética contém a única técnica que descarrega toda a tristeza de sua vida e devolve-lhe a vitalidade, energia e entusiasmo!
Desta forma você consegue se tornar e permanecer mais motivado, autoconfiante e assim atingir suas metas na vida!
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Que enganação é o sistema de ensino moderno!

O professor finge que ensina e o aluno finge que aprende. Infelizmente, as escolas, colégios e universidades atuais não oferecem uma verdadeira educação. Mas, ainda é possível reverter esta realidade e trilhar por muito mais do que um mero diploma.


Quando consideramos o tema da educação, é melhor saber um pouco da história antiga. A palavra educação deriva do Latim e é composta por ex (“fora”) e ducere (“guiar, conduzir”). Ou seja, educar traz a ideia de “conduzir para fora”. Outras formas de expressar o conceito completo da palavra educação seriam revelar, produzir, cultivar, desenvolver e extrair.
Agora podemos entender melhor o método de ensino oferecido pelo filósofo grego Sócrates. Ele acreditava que o conhecimento verdadeiro reside dentro de cada um de nós e com o ensino apropriado nós podemos nos dar conta dele ou recordá-lo.
Sócrates considerava que o trabalho principal do professor era fazer perguntas que pudessem revelar, extrair, pôr para fora a habilidade natural do estudante para pensar, raciocinar e participar.
Que filosofia maravilhosa! Com ela os estudantes eram encorajados a olhar, observar, ponderar, pesquisar e aplicar à sua vida o que tinham descoberto.
Nossa, a que distância estamos disso se compararmos com o sistema educacional monótono das escolas atuais que força os estudantes a memorizar enorme quantidade de informação. A insistência para que os dados sejam amontoados na cabeça dos alunos e depois cuspidos numa prova ou exame causa danos ao poder de raciocínio e a habilidade que todo indivíduo tem de pensar e ir além.
O método usado nos dias de hoje frequentemente faz com as crianças e jovens detestem a escola, torna-os incapazes de pensar a respeito do assunto que estudam, e os mantém despreparados para enfrentar as inconsistências da vida.
Que enganação é o sistema de ensino moderno!
Mas há uma solução, a educação pode voltar a ter o status que merece. Pode se elevada ao nível que tinha muitos e muitos anos atrás de uma forma muito simples que é propondo perguntas que intriguem, empolguem e estiquem a imaginação.
Perguntas como: O que eu posso inventar para fazer esta ideia acontecer? Há alguma maneira de vencer aquela barreira? Como que posso alinhar esta ideia àquilo que já sei?
Apresente problemas desafiantes e peça aos estudantes que pensem em soluções. Convide-os a sonhar, imaginar, pensar fora da caixa, deixe-os saber que com suficiente criatividade tudo é possível.
Para que a educação recupere suas raízes originais, deve-se permitir que os estudantes questionem o que é “ já sabido” ou escrito em livros. Professores devem dar exemplos da história que mostrem que a “verdade” de hoje pode ser falsa no futuro.
Deve-se dar a oportunidade aos estudantes de explorar suas próprias paixões, porque paixão e desejo são componentes vitais da educação. E estudantes devem ser sempre encorajados a aproveitar a própria criatividade. Esta é a forma de acordar e manter vivo o amor por aprender que reside no fundo de cada um de nós.
Uma nova ideia, não importa quão pequena ou insignificante, pode se tornar abrangente e brilhante, pode até salvar um planeta inteiro da ignorância da verdade. Estas possibilidades são, afinal, a correta herança da educação!
A educação tem de voltar a ser como a da época dos filósofos gregos se realmente queremos uma grande evolução planetária.
Podemos começar ajudando as crianças e jovens a terem prazer em estudar usando as dicas citadas acima.
E para terminar, que tal refletir sobre o pensamento de um filósofo e educador do século XX?
“Desde que as crianças e os jovens encontrem prazer em estudar, eles continuarão estudando por toda a vida, e disso depende sua felicidade.” - L. Ron Hubbard
Inicie-se hoje mesmo no caminho de uma verdadeira educação adquirindo e estudando o livro Manual Básico de Estudo de L. Ron Hubbard.