quinta-feira, 3 de julho de 2014

Quem quer ser feliz?


A busca pela felicidade é, de fato, um dos temas mais antigos da humanidade. Há 2.400 anos, o filósofo grego Sócrates, que perambulava pelas ruas de Atenas, iniciou um debate que dura até hoje: o que é felicidade? Como atingi-la? O que nos torna felizes?
Até então, as pessoas acreditavam que dependiam basicamente da vontade dos deuses.
A própria origem da palavra indica isso. “Happiness” vem do anglo-saxão “happ”, acaso. “Felicitas”, o termo latino que dá origem à felicidade, significa também ventura, sorte, algo que lhe acontece.
O grande avanço de Sócrates foi tornar a busca da felicidade uma tarefa de responsabilidade do ser humano, e não do acaso.
Nos dois milênios que se seguiram, a questão foi abordada por inúmeros pensadores, de Aristóteles aos grandes filósofos cristãos, e a noção de felicidade alternou-se entre várias tentativas de conciliar a conduta individual e a determinação divina.
Na Constituição americana, já na segunda linha está escrito que todo homem tem o direito inalienável à vida, à liberdade e à busca da felicidade. Mas não diz como atingir esta felicidade.
Nos últimos dois séculos, portanto, a felicidade tem sido um dos principais fatores mensuráveis para dar sentido à vida humana.
Mas foi só em 1950 que o escritor e filósofo americano L. Ron Hubbard trouxe uma luz ao tema da felicidade, definindo-a em termos práticos.
Ele escreveu: “Felicidade poderia, portanto, ser definida como a superação dos obstáculos na direção de um objetivo desejável.” L. Ron Hubbard
Assim fica mais fácil de entender por que algumas pessoas acham que o dinheiro não traz felicidade e outras acreditam que não podem viver felizes sem ele. Depende unicamente das metas de cada um.
Se a sua meta é conseguir um excelente emprego, por exemplo, você ficará feliz quando for chamado para uma entrevista. Ainda não conseguiu o emprego, mas superou um obstáculo sendo escolhido dentre centenas de currículos enviados.
Por isso que ter metas e objetivos é tão importante. Além disso, conseguir manter a disposição e perseverar ante os obstáculos com autoconfiança suficiente para vencê-los é também essencial na obtenção da felicidade.
Para isso é necessário estar emocionalmente bem de forma constante.
À medida que uma pessoa perde, fracassa e sofre, ela tem menos possibilidade de manter-se motivada e energética para atingir seus objetivos e ser feliz. Às vezes, as barreiras e quedas são tantas que a desistência é certa.
Portanto, é extremamente importante conhecer e aplicar a técnica terapêutica de Dianética que realmente alivia os fracassos e perdas do passado (mesmo esquecidos), para assim conseguir reabilitar sua disposição e autoconfiança.
Para ser feliz, então, um indivíduo precisa ter metas e acreditar que conseguirá alcançá-las. Começar a traçar seus objetivos é um ótimo exercício para aumentar suas chances de ser feliz..
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